Turismo com sotaque holandês nos Campos Gerais

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A Holanda tem cerca de dezesseis milhões de habitantes. Parece pouco se o país não tivesse somente 41,5 mil quilômetros quadrados. Só para comparar em proporção, o Brasil, com seus 180 milhões de habitantes, tem 8,5 milhões de quilômetros quadrados, ou seja, muito mais espaço por habitante que o pequeno país europeu. Esse foi o principal motivo que levou centenas de holandeses, a partir de 1911, a se deslocarem para o Brasil. Muitos deles vieram para o Paraná, se instalando na região dos Campos Gerais, a aproximadamente 150 quilômetros de Curitiba. Talvez pela semelhança com os terrenos planos da Holanda e, principalmente, pela abundância de recursos naturais e fertilidade do solo, o local foi considerado perfeito pelos imigrantes, que tinham a agropecuária como principal atividade.

Para mostrar um pouco dessa história e também da cultura e meio de vida dos holandeses que se instalaram no Paraná é que foi lançado o Roteiro dos Imigrantes, uma rota turística que abrange, num raio de cem quilômetros, Castro, Arapoti e Carambeí, municípios onde se formaram as mais expressivas colônias holandesas do Estado: Castrolanda, Capal e Batavo, respectivamente.

A rota, que acaba de ser colocada à disposição dos turistas, foi formatada pela Cooperativa Paranaense de Turismo (Cooptur) e é fruto de uma parceria entre a Ocepar (Sindicato e Organização das Cooperativas do Estado do Paraná) e o Sescoop/PR, que desenvolveram em 2002 o projeto Circuito das Cooperativas de Colonização Européia.

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