O nascimento da contra cultura holandesa e a relação atual com o sistema de compartilhamento de bicicletas

 In Clipping

Nos meus períodos de preocupação por duvidar se tinha escolhido a carreira que realmente desejava, sempre buscava por conteúdo que me mostrassem algo novo, algo que fosse totalmente diferente do consumismo exagerado e a alienação do indivíduo quanto a necessidade de sempre buscar no consumo exacerbado sua forma de viver e de formar uma identidade própria.

Nesses momentos me pegava nas grandes livrarias do Centro do Rio de Janeiro procurando qualquer material que a primeira vista me parecesse interessante.

Eis que numa dessas incursões encontrei um livro que realmente me deixou encantando quanto a preocupação e participação ativa de um grupo de holandeses anarquistas  denominado Provos na construção da sociedade holandesa.

A atuação dos Provos em Amsterdam se deu de diversas formas de atuação, sempre utilizando a criatividade e os “happenings” – que eram manifestações artísticas extravagantes em local público – para alcançar os objetivos que tinham de criar uma sociedade mais igualitária. Existiam algumas idéias que foram lançadas pelos próprios Provos denominadas Plano Branco.

Entre os planos brancos, existia um em específico que é foco deste post. O Plano Bicleta Branca.

Antes de iniciar a explicação do Plano Bicicleta Branca gostaria de demonstrar em qual contexto social e mercadológico esse tipo de ação teve início e como ele teve forte influência na importância que os holandeses dão atualmente para as bicicletas como forma de locomoção não-poluente.

 

Para ler na íntegra, clique aqui. 

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