Escola resgata a formação do município

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Os jovens do 6º e 8º ano do Colégio Estadual Eurico Batista Rosas (Carambeí) puderam estudar História, Matemática e Artes em uma única atividade tendo como material o jornal. Os professores Daniela Moscato, Marcos Pedroso e Iraci dos Santos uniram seus conhecimentos para abordar a história do Paraná. Eles destacaram a formação do município de Carambeí, a qual contempla a vinda dos holandeses para o Brasil, e o fortalecimento do cooperativismo através da Batavo Cooperativa Industrial. “A partir de matérias publicadas no Jornal da Manhã, analisamos o faturamento da Batavo, o progresso do transporte no processo da agricultura industrial e estabelecemos as diferenças entre a agricultura familiar e industrial”, explicam.
Aos jovens, foram apresentados dados sobre o faturamento da cooperativa no período de 2005 a 2009 para contemplar a construção de gráficos, a resolução de problemas e as regras do sistema numérico decimal. A notícia ‘Preço da saca de soja atinge pico de R$ 60’, publicada no dia 20 de abril, contribuiu para o desenvolvimento da atividade. O assessor de imprensa da Batavo, Luciano Tonnon, esteve no colégio e ministrou uma palestra para alunos e professores explicando em mais detalhes as informações contidas na notícia.
A fotografia que ilustrava a matéria também fez parte do trabalho. “Fizemos a leitura das linhas e cores presentes na imagem, traçamos a linha do tempo da arte em diversos movimentos e, depois de discutir, classificamos a imagem como pós-impressionista”, explica a professora de Artes, Iraci.
De acordo com os professores responsáveis por toda essa dinâmica, a atividade possibilitou revisar e aprofundar conteúdos artísticos, matemáticos e históricos através da contextualização. “Os momentos de discussão a respeito do surgimento da Cooperativa Batavo foram enriquecedores. Muitos alunos compartilharam com a turma a profissão dos pais, se os mesmos foram, ou são, funcionários desta cooperativa, há quanto tempo trabalham lá. Com esta atividade eles perceberam que também são agentes construtores da história do local onde vivem”, afirmam os professores.

 

Para ler na íntegra, clique aqui. 

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