Presidente do OCB participa de debate na Rio+20

 em Clipping, Cooperativismo

Segurança alimentar e sustentabilidade no agronegócio. O assunto foi discutido na manhã desta terça-feira (19) por representantes da indústria e de outros setores, entre estes o cooperativismo, governo e pesquisadores, no Espaço Humanidade 2012, durante a Rio+20.
A mesa de abertura foi composta pelo ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Mendes Ribeiro Filho, o presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, o diretor do Departamento do Agronegócio da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Deagro/Fiesp), Benedito da Silva Ferreira, e o vice-presidente da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan), Gilberto Soares.
O superintendente e o gerente de Desenvolvimento de Ramos e Mercado da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), Renato Nobile e Gregory Honczar, respectivamente, também estavam presentes no evento.
Na abertura do evento, o ministro destacou a capacidade do Brasil em cumprir metas de sustentabilidade e de se comprometer com a erradicação da pobreza no campo e nas cidades, fruto da estabilidade econômica atual. “Estamos perseguindo um modelo de agropecuária que conserve a biodiversidade, proteja a qualidade do solo e da água, e que seja capaz de favorecer a inclusão produtiva e promover a erradicação da pobreza”, afirmou.
O presidente do Sistema OCB ressaltou que o cooperativismo já tem trabalhado nesse sentido, inserindo os agropecuaristas tanto econômica quanto socialmente, e contribuindo diretamente para a produção de alimentos a partir de práticas sustentáveis. “Nosso movimento gera trabalho e renda para o homem do campo, e tem a promoção do desenvolvimento sustentável como um de seus compromissos prioritários”, disse.
O líder cooperativista também enfatizou o caráter empreendedor do movimento como um caminho para fazer de situações adversas, oportunidades. Para exemplificar de que maneira isso ocorre, o presidente Freitas fez referência à crise de 2008. “Enquanto o mundo vivia uma crise financeira e, mais ainda de credibilidade, o cooperativismo mostrou sua força e fez dos momentos difíceis, oportunidades de crescimento. Exemplo disso, foram as cooperativas de crédito, que, com a saída das tradings, se mobilizaram e viabilizaram a produção do seus associados”, comentou.

 

Para ler na íntegra, clique aqui. 

 

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