4° Congresso Florestal Paranaense superou expectativas

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Curitiba foi sede do 4º Congresso Florestal Paranaense que recebeu, entre os dias 10 e 14 de setembro, 584 congressistas entre profissionais, professores e estudantes da área florestal. O evento foi promovido pela Associação Paranaense de Empresas de Base Florestal (APRE), Associação Paranaense de Engenheiros Florestais (APEF), Embrapa Florestas e cursos de Engenharia Florestal da Universidade Federal do Paraná (UFPR), Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), Unicentro (Irati) e Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR).

Os participantes tiveram a oportunidade de participar ao longo da semana de 40 palestras que abordaram, entre outros temas, tecnologia, silvicultura, manejo, logística, política e economia. O último dia foi reservado para a realização de visitas técnicas. Os participantes puderam optar por conhecer uma área de operações florestais, um local com tecnologia de produtos madeireiros ou uma área de conservação da natureza.

Muita gente veio de longe para acompanhar o evento que recebeu inscrições de 20 Estados diferentes, contando com o Paraná, que contabilizou 339 participantes. O Acre foi o Estado que enviou mais pessoas, 34 no total. Santa Catarina teve a expressiva participação de 31 pessoas, seguido do Amazonas com 27 e Goiás com 26.

De acordo com o diretor executivo da APRE, Carlos Mendes, o alto nível das palestras e o formato de câmaras técnicas agradaram o público. Além disso, o grande número de trabalhos inscritos, mais de 200, de diversas universidades de todo o país contribuiu para a disseminação de novas pesquisas e informações atualizadas do setor.

Há 21 anos o Congresso não era realizado no Paraná e a retomada do encontro, segundo os organizadores, é motivo de comemoração para o setor. “Atingimos o objetivo de conscientizar os participantes e a comunidade sobre a importância das florestas produtivas e de conservação nas diferentes esferas da sociedade; levantamos subsídios para que haja uma evolução da política florestal estadual, da pesquisa e do desenvolvimento florestal de acordo com a realidade e as necessidades atuais e futuras; além de termos deixado um legado virtuoso de sustentabilidade dos recursos florestais para as gerações atuais e futuras”, afirma Mendes. A perspectiva é de que o evento seja realizado a cada três anos.

 

Fonte: Assessoria de Imprensa APRE

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