Evento literário realizado em museu agrada ao público

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A Associação Parque Histórico de Carambeí (APHC) com o intuito de incentivar a leitura e o consumo de livros realizou, de 1º a 4 de outubro, a primeira Feira da Leitura do Parque Histórico. O evento literário contou com uma extensa programação cultural para atender cerca de 2 mil pessoas entre crianças, professores e famílias que prestigiaram a feira.

O historiador e coordenador cultural da instituição, Felipe Pedroso, relata que realização do evento literários foi positiva para o Parque Histórico. “O evento agregou valor ao espaço museal, pois este é um dos principais pilares e função da instituição museu ter um fundo social e educativo. É imprescindível abrir o museu para atividades como esta”.

Um diferencial da Feira da Leitura foi a venda de livros em outros idiomas, entre eles haviam títulos em inglês, francês, espanhol e alemão. Também estava a venda a Coleção Imigrantes, que retrata a história da imigração holandesa no Brasil e região, os títulos trilíngue foram publicados pela APHC em português, inglês e holandês durante as comemorações do Centenário da Imigração Holandesa no Brasil.

O evento literário contou com a parceria do Mercado Livros, de Curitiba, que possibilitou a vinda de escritores a feira. Entre os escritores que prestigiaram o evento e atenderam ao público estava Renata Regis Florisbelo, integrante da Academia de Letras dos Campos Gerais e Academia Pontagrossense de Letras e Artes e do Centro Cultural Professor Faris Michaele, que parabenizou a instituição pela realização do evento e por promover o contato entre leitores e escritores. “A iniciativa da feira foi muito boa, compatível com o excelente nível do Parque Histórico de Carambeí, que se consolida, cada vez mais, como um empreendedorismo de fomento cultural, histórico e de lazer. A Feira de Leitura estimula o hábito entre crianças e adultos e aproxima os leitores dos escritores, sendo esta uma grande oportunidade de troca de ideias e da estímulo aos futuros escritores”.

Entre as atividades realizadas a instituição preparou um teatro com fantoches para atender as crianças até os 8 anos, mas durante as apresentações haviam muitos adultos na plateia. “Muito joia a iniciativa do museu em realizar uma Feira da Leitura, nota 10. Trouxe meu neto, Marconi, que é muito ligado em leitura e fiquei emocionado com o teatro de fantoches”, conta encantado o visitante da feira Albert Fokkens.

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Teatro de Fantoches

A oficina de quadrinhos Gibi eu quero o meu ministrada pela professora da Escola Municipal Professora Geralda Harms Welberge, Greice Cristina Oliveira, com o auxílio de alguns de seus alunos foi uma das atrações do evento. Os alunos que junto com a professora realizaram a atividade saíram do evento motivados. “A Feira da Leitura foi uma oportunidade para transmitir o conhecimento que adquirimos em sala de aula. Foi uma ótima experiência, pois hoje estamos fazendo uma coisa pequena que nos incentiva a realizar outras atividades no futuro”, expõe Diovana Ribas Amaral, do 5º ano da Escola Geralda.

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Oficina de Quadrinhos – Gibi eu quero o meu

O ápice do evento foram as contações de história realizadas por integrantes do Núcleo de Contadores de História de Ponta Grossa. O trabalho realizado pelo grupo estimula no público o desejo de conhecer novas histórias, por tanto a descoberta do prazer na leitura.

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Contação de Histórias 

Felipe Pedroso assegura que o evento cultural cumpriu seu propósito e faz planos para as próximas edições da Feira da Leitura. “A comunidade local pela primeira vez pode apreciar um evento literário, não somente com a comercialização de livros, mas com uma agenda cultural e educativa sólida. Para a futuras edições da Feira da Leitura devemos expandir a programação e diversificar os títulos de livros”, finaliza.

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