Parque Histórico aposta em recursos sonoros para visita de experimentação

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Com o intuito de transportar o público para a Colônia de Carambehy de 1930, de inserir na história da imigração, a Associação Parque Histórico de Carambeí (APHC) recorreu a recursos sonoros em seus espaços museais e instalou caixas de som nas edificações que compõe a Vila Histórica.

Os visitantes quando passeiam pelo museu, por meio da disposição do acervo em cenários podem imaginar como era a vida dos imigrantes na colônia e com a sonorização o intuito da instituição é transportar o público para a Carambeí do início do século passado.

O historiador e coordenador cultural do Parque Histórico, Felipe Pedroso, explica que com som, nos espaços temáticos, os visitantes poderão vivenciar cada momento dentro do museu. “São ações que visam intensificar a comunicação do acervo do museu com seu público, os recursos sonoros buscam ambientar o visitante nestes espaços. Deste modo, também, a instituição dá continuidade ao programa de inclusão e acessibilidade, pois este recurso possibilita uma visita de experimentação”.

A pedagoga e especialista em inclusão, Bruna Rafaela Pontes Kremer, ficou animada com a instalação do equipamento de som e afirma que a Associação deu um grande passo para a integração dos deficientes visuais. “A sonorização implantada pelo Parque Histórico fará muita diferença para os visitantes com deficiência visual, pois com a audição e o tato eles poderão conhecer o museu. Essas pessoas não conseguem ver como os imigrantes viviam, mas ouvem e poderão imaginar como era a vida na Colônia de Carambehy. As mãos, os dedos, a pele e a audição são os olhos do cego”.

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