Jardim do Parque Histórico foi inspirado em jardins europeus

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A beleza e a diversidade da vegetação do museu encanta os visitantes.

O Parque Histórico de Carambeí foi construído em uma área de 100 mil metros quadrados, considerado o maior museu histórico a céu aberto do Brasil, une uma vasta área de jardins a construções arquitetônicas. O museu atrai milhares de visitantes por ano com o intuito de conhecer a história da imigração no município, mas o paisagismo e a vegetação deixam o público encantado.

A entrada do museu é o jardim em frente a Casa da Memória que impressiona o público na chegada ao Parque.

“Acredito que uma das coisas que mais chama a atenção do público é o jardim, pois os visitantes ao lembrarem do Parque terão recordações desta área que sempre está florida. Apesar do jardim ser composto de flores populares e da estação, é necessário técnica para cultivar as plantas para que permaneçam floridas”, comenta Renan Moura, estagiário do Parque e acadêmico de Licenciatura em Ciências Biológicas na Universidade Estadual de Ponta Grossa.

O jardineiro responsável pelos jardins do museu é Ali Hasan, natural de Bangladesh, trabalhou por cinco anos na Grécia, onde descobriu o seu amor pela jardinagem. “Antes de vir para o Brasil trabalhei como jardineiro na Grécia, foi lá que fiz curso de paisagismo. O Parque Histórico necessita um trabalho diário de três pessoas para a manutenção dos jardins, quando a demanda aumenta contrato mais um profissional para nos auxiliar. Além de todos os processos técnicos para cuidar da vegetação do entorno do museu, que é muito diversificada, é necessário ter amor pelo que se faz e cuidar com carinho das plantas que são muito sensíveis”.

O jardim do Parque foi construído e as plantas em sua maioria são exóticas, a composição das plantas tornam o ambiente agradável. Felipe Pedroso, historiador e coordenador cultural do Parque Histórico explica que a ideia de misturar espécies de plantas nos jardins vem dos europeus. “O ambiente foi construído para criar uma atmosfera que envolva os visitantes, foi inspirado em Burle Marx que misturava vegetação de diferentes nacionalidades. A grande maioria dos jardins que conhecemos tem influencias europeias, com origem na época da chegada da família real portuguesa no Brasil que trouxeram muito do estilo dos jardins e paisagismo da Europa daquele momento”.

Arquitetura holandesa do Parque das Águas com flores da estação cativam o público 

Renan explica como a vegetação torna cada ambiente único e fascinante. “A porta de entrada do Parque é o jardim em frente a Casa da Memória e é muito interessante ver como a vegetação se funde com os pilares da imigração em Carambeí, as esculturas em meio as plantas deixam o ambiente mágico, o contraste da tartaruga que é símbolo do município e que tem em seu casco flores da estação. A ala museal da Vila Histórica fica próxima a um espaço verde, de mata construída que auxilia para deixar o ambiente mais fresco, o ar quente entra nas árvores que fazem todos os processos químicos e físicos próprios delas que acabam liberando oxigênio o que torna o ar mais agradável em sua volta. Já no Parque das Águas, ambiente que reproduz um parque ambiental holandês, possui uma natureza exuberante que também cativa os visitantes.

Serviço:
O Parque Histórico de Carambeí abre para visitação de terça a domingo, das 11h às 18h. O ingresso para visitar o museu é R$20. Crianças acima de 7 anos, pessoas com deficiência, grupos de terceira idade, estudantes, professores e doadores com documento comprobatório pagam R$10. Moradores de Carambeí cadastrados, acompanhante necessário de pessoas com deficiência, crianças até 6 anos e pessoas acima de 60 anos são isentas da taxa. Mais informações pelo e-mail agedamento@aphc.com.br, ou telefones 42 3231-5063 e 98433-4639.

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