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Feira Medieval terá apresentação da Banda 3 Gerações

A Banda Três Gerações é formada por Carlos Vriesman (acordeon), Rogério (violão e vocal) e Isabela (bateria). Carlos é pai de Rogério, que por sua vez é pai de Isabela, daí o nome Três Gerações. Na Feira Medieval contará com a participação da cantora Luah Kugler. No repertório, músicas medievais tradicionais, como Greensleeves e Scarborough Fair, versões de bandas medievais atuais, como Blackmore’s Night e Gamarna, além de músicas instrumentais. No vídeo, uma valsa europeia tradicional:

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Oficina de danças circulares, medievais e celtas

A dança é uma expressão corporal e artística que sempre esteve presente em todos os povos nos mais diferentes momentos históricos e diferentes contextos sociais e culturais. Se na Antiguidade a dança tinha um papel sagrado, onde se dançava em honra aos deuses; na Idade Média, a dança era muito comum tanto no meio palaciano como no meio campestre. As danças assumiam, por assim dizer, um papel importante para a sociedade medieval onde as danças da corte destacavam-se pela pompa, luxo e por passos mais lentos e menos elaborados, enquanto que as danças camponesas eram mais alegres, com passos mais rápidos e músicas mais “animadas” e “ligeiras”.

Peasant Dance, de Peter Bruegel, o Velho

Entre o tipo de dança mais difundida na Europa Medieval destaca-se a “dança de roda”. Dois fatores que provavelmente contribuíram para a popularização deste estilo de dança foram a simplicidade de seus passos, onde tanto homens e mulheres dançam em roda e de mãos dadas, como a simbologia e o valor mágico do círculo. E, as formas mais populares de dança medieval foram a estampie (dança sapateada) e o saltarello (dança saltitante). Dançava-se durante os jantares na corte, em celebrações de casamentos, para celebrar um bom plantio ou uma boa colheita, em festas e festivais. No final da Idade Média a dança e a música tornaram-se parte de praticamente todos os acontecimentos festivos.

A Oficina de Dança Circular Medieval e Celta será um momento onde os participantes da Feira Medieval do Parque Histórico poderão conhecer um pouco mais deste período histórico de forma lúdica e interativa. Serão ensinados alguns passos básicos de danças circulares tanto medievais quanto celta e dentre as músicas escolhidas para esta atividade estão Irish Mandala, Satarello e Walpurgisnhacht (Faun).

Saltarello – Bartolomeo Pinelli

Texto: Hanelore Sandner Campregher, Especializanda em História Antiga e Medieval – Itecne (Curitiba). Licenciada em História pela FAMEBLU/UNIASSELVI. Focalizadora e estudiosa de Danças Circulares.

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Feira Medieval terá workshop de TIN WHISTLE ( Flauta Irlandesa/Celta)

A Satyr Flautas ( Goiânia – GO ) junto com Thon Melo ( Jaguariaíva – PR ) , proporcionarão um workshop sobre TIN WHISTLE ( Flauta Irlandesa/Celta)! O workshop trará desde a história da whistle à prática de tocar. Os expositores terão 10 whistles satyr promocionais a venda para oferecer na parte prática, e quem tiver whistle pode (deve) levar a sua também!

Canal no youtube de Thon Melo, participante do Workshop:

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Parque Histórico transforma material reciclado em escudos

Durante a Feira Medieval caixas de tortas que iriam para o lixo serão reaproveitadas em oficina.

No Parque Histórico de Carambeí tudo se transforma, muitas vezes o material que considerado lixo é reaproveitado em atividades realizadas pelo Núcleo Educativo do museu. Durante a Feira Medieval nos dias 18 e 19 de novembro, não poderia ser diferente, para a Oficina de Escudos Heráldicos serão reaproveitadas embalagens usadas de tortas que se tornariam o lixo.

A preocupação com a natureza é presente no cotidiano da instituição que com o plantio de 3 mil árvores no ano de 2012 recebeu o selo Carbono Neutro, concedido pelo Instituto de Responsabilidade Socioambiental Chico Mendes, certificação concedida a empresas e pessoas que compensam a sua própria geração de carbono. A Casa da Sustentabilidade, que fica no Parque das Águas, permite ao Parque mostrar aos visitantes que é possível construir uma moradia com recursos sustentáveis e ilustra como é fácil reaproveitar materiais considerados lixo.

Na Oficina de Escudos Heráldicos os participantes poderão criar seus próprios brasões em escudos feitos com caixas de papelão que foram utilizadas em tortas no Koffiehuis Confeitaria e Restaurante Parque Histórico de Carambeí e pelo Frederica’s Koffiehuis. “Nós da equipe do Parque Histórico sabemos como é importante preservarmos o meio ambiente e buscamos repassar esses valores adiante por meio das atividades do Núcleo Educativo e das visitas na Casa da Sustentabilidade. Os participantes da Oficina de Escudos aprenderão um pouco além da história heráldica medieval, mas também o valor ecológico que há por trás do reaproveitamento de materiais recicláveis”, explica Lucas Kugler, historiador do Parque e coordenador da Feira Medieval.

Serviço

A Oficina de Escudos Heráldicos será realizada nos dois dias do evento, das 13h às 17h, é destinada ao público de 3 a 14 anos que por meio de uma atividade lúdica conhecerá o contexto em que a heráldica na Idade Média serviu como um importante instrumento político e social. Além de estar atrelada majoritariamente à nobreza, ela contribuiu com esboços simbólicos de identidades regionais e culturais. Os interessados em participar da atividade poderão se inscrever na hora pagando uma taxa de R$2.

 

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Parque Histórico terá Oficina de Cerâmica Viking

A atividade será ministrada por artista plástico e estudante de Artes Visuais.

Uma das atrações da Feira Medieval do Parque Histórico de Carambeí, que acontecerá nos dias 18 e 19 de novembro, é a Oficina de Cerâmica Viking. Para a atividade, que possui vagas limitas, as inscrições foram disponibilizadas via site institucional e os inscritos terão que pagar no dia do evento R$10 reais, que equivale a cinco moedas medievais, para validar a matrícula.

A Oficina de Cerâmica Viking será na Casa do Cooperativismo, no Parque das Águas, e acontecerá das 14h às 17h nos dois dias do evento. O artista plástico Leonardo Baldissera e a estudante de Artes Visuais Rosana Divina Furtado ensinarão os participantes da atividade a criarem acessórios nórdicos feitos de argila para serem utilizados nas refeições.

Foram disponibilizadas 60 vagas para a oficina que foram divididas em 30 para o sábado e 30 para o domingo. As inscrições para a Oficina de Cerâmica Viking já encerraram e os inscritos precisarão estar no local da atividade, Casa do Cooperativismo, portando suas moedas medievais no dia correspondente ao da inscrição com 10 minutos de antecedência do horário marcado para iniciar a atividade. Se os candidatos a oficina não chegarem até às 14h10 perderão a vaga que será passada a outras pessoas interessadas que estejam no evento.

Confira abaixo os inscritos na Oficina de Cerâmica Viking que estão em ordem alfabética:

Sábado:

Ariebert Ahmad Pereira Choucair
Brenda Sarah Ramos P. Alves
Bruna Emanuele Schiebelbein
Bruno Rafael Alves
Edriana Regina Galvão
Elaine Cristina Alves do Nascimento Cordeiro
Euziane Joana Lino
Flaviane de Souza
Gleys Kelly Monteiro Galvão Fernandes
Hanelore Sandner Campregher
Hector Yoshiyuki Nagao
Kamila Grzebielucka
Lorene Silveira
Lucas de Lazari Dranski
Lucas Los
Luciane Corrêa
Madhavah Cazara Botogoske
Mariana Roderjan
Maurício Sleutjes
Miguel Augusto Kuzicz
Monik Kely Vieira
Paula Jacomini
Rafael Loiola Fernandes
Rodrigo Pereira Carneiro
Rogerio P. alves
Rosnei Pedroso Félix
Rubia Nara Diniz Ribeiro de Lima
Samantha Monteiro Galvão de Freitas
Stefani Esser
Suzana Leffers

Domingo:

Alceu Ferreira Simas Junior
Alessandra Betenheuser
André Chaves do Amaral
Andrea Cristina Martins
Bruno Vinicius Batista Gonçalves
Carlos  Alexandre kordiak
Elvira Maria Costa Schaitza
Erick Eduardo Richeter
Felipe Renan Ribas Felipe
Francine Vacherski Diniz
Gesilaine Moreira Ferraz
Giovana Montes Celinski
Gustavo Henrique de Souza
Gustavo Zoéga Salles Bueno
Hector Yoshiyuki Nagao
João Guilherme da Costa
Letícia Hinshinsg de Oliveira
Luanna Di Mario Rocha
Lucas Henrique Santos Barros
MARGARETH BELANTONI
Maria Ivone de  Andrade
Matheus Segalla Frare
Mônica Soares Bueno
Pâmella Cristina Ribeiro
Paola Bahls Silvestre
Priscila Gardinal
Vandievelin Valente dos Santos
Vitória Christensen
Vivian Machado Borg
Young Lu

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Parque Histórico inicia captação para ano de 2018

A instituição museal que é a segunda mais visitada do Estado é mantida por meio de incentivo fiscal.

O Parque Histórico de Carambeí é o maior museu histórico a céu aberto do Brasil, foi construído em uma área de 100 mil metros quadrados com o intuito de preservar e disseminar a história e a cultura dos imigrantes holandeses na região. O museu fica em Carambeí, uma cidadezinha do interior do Paraná que possui cerca de 20 mil habitantes, inaugurado em 2011, é mantido por meio de incentivo fiscal, via Lei Rouanet, em poucos anos de existência está entre as cinco instituições museais mais visitadas da região Sul.

A Lei Rouanet é uma importante ferramenta de incentivo à cultura que permite a manutenção e a implantação de novos projetos no Parque Histórico, por meio do redirecionamento do imposto de renda de pessoas físicas e jurídicas. Sendo que pessoas físicas podem destinar até 6% do valor devido do Imposto de Renda e as pessoas jurídicas 4% a um projeto cultural como o Parque Histórico de Carambeí.

Os valores poderão ser deduzidos do Imposto de Renda, da pessoa física ou jurídica que deseja incentivar um projeto cultural da proporção do Parque Histórico de Carambeí, e serão depositados em uma conta em nome do museu aberta pelo Ministério da Cultura (MinC).

Pessoas físicas e jurídicas que pretendam incentivar o Parque Histórico de Carambeí e auxiliar a instituição a manter o calendário de atividades culturais no ano de 2018, destinando uma porcentagem do Imposto de Renda, poderão entrar em contato pelo e-mail secretaria@aphc.com.br, ou pelo telefone 42 3231-5063 para mais informações.

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Parque Histórico divulga programação da Feira Medieval

Apresentações musicais, oficinas, brincadeiras, encenação do cotidiano viking, workshop e aula-show integrarão a programação do evento.

O Parque Histórico de Carambeí, o maior museu histórico a céu aberto do Brasil, se prepara para receber uma grande invasão de seres da Idade Média, com cavaleiros medievais e personagens baseados nas séries Vikings e Game of Thrones. A Feira Medieval planejada para acontecer em Carambeí nos dias 18 e 19 de novembro é uma iniciativa do Núcleo Educativo do Parque, sendo o primeiro evento desta tipologia realizado nos Campos Gerias, contará com uma extensa programação para toda a família.

A instituição aproveitou para realizar a Feira Medieval no momento em que séries, filmes, jogos, games e livros com temáticas medievais estão mexendo com o imaginário do público. Com o evento, de modo lúdico, o Núcleo Educativo buscará inserir os visitantes no contexto da Idade Média por meio de oficinas; aula-show e workshop de gastronomia medieval; brincadeiras; encenação do cotidiano viking e apresentações musicais.

A programação da Feira Medieval para o sábado e domingo será diferenciada conforme a programação abaixo.

Programação Sábado: 18 de novembro

 

Programação Domingo: 19 de novembro

Serviço:

Nos dias do evento o Parque Histórico abrirá normalmente das 11h às 18h, as atividades da Feira Medieval iniciarão às 13h. Nestes dias a instituição estará com um ingresso social, no valor de R$5, que também dará acesso para visitar todas as alas do museu e pessoas que estiverem trajando fantasia medieval completa serão isentas da taxa. Mais informações pelo e-mail agendamento@aphc.com.br.

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Parque Histórico realizará aula sobre bebidas medievais

Acadêmicos de gastronomia ministrarão aula-show de hidromel durante a Feira Medieval

Parque Histórico de Carambeí, maior museu histórico a céu aberto do Brasil, terá aula-show de bebidas medievais durante a programação da Feira Medieval que acontecerá nos dias 18 e 19 de novembro. Nos dois dias do evento a atividade será ministrada pelos alunos do curso de gastronomia da Unicesumar, orientados pelo professor Paulo Ricardo Los, doutorando em Ciência e Tecnologia de Alimentos.

Será ministrada uma aula expositiva de três bebidas do período medieval, são elas: Hidromel que é uma bebida fermentada a base de mel, Cerveja Amanteigada que é consumida em bares por personagens do Harry Potter e Hipocrás um vinho aromatizado com especiarias.

Esta será uma oportunidade para o púbico conhecer curiosidades sobre bebidas tomadas no período medieval, como eram feitas e utensílios utilizados para a fabricação e consumo das mesmas. Os participantes do curso poderão aproveitar a oportunidade para degustar algumas destas bebidas.

Serviço

A aula-show será realizada na Casa das Águas, auditório localizado na ala museal do Parque das Águas, e acontecerá no sábado e domingo do evento, às 15h. A atração será gratuita para todos que ingressarem na Feira Medieval. As vagas, exclusivas para pessoas acima de 18 anos, são limitadas e a inscrição será feita na hora.

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Alimentação medieval será discutida em evento no Parque Histórico

Cultura alimentar da Idade Média será tema de workshop realizado durante Feria Medieval no museu.

A Feira Medieval do Parque Histórico de Carambeí, que acontecerá no final de semana dos dias 18 e 19 de novembro, será um evento lúdico que busca mexer com o imaginário do público sobre a Idade Média e contará com uma programação extensa. Entre as atividades do evento, no domingo (19) às 17h, acontecerá o workshop Sabores e saberes à mesa: a cultura medieval e suas múltiplas perspectivas, ministrada pelo mestre em história pela Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG) e membro do Núcleo de Estudos Mediterrânicos da UFPR Renato Toledo Amatuzzi.

Com a apresentação do workshop, o pesquisador buscará desmistificar o imaginário do público sobre a cultura alimentar medieval e as relações estabelecidas entre as pessoas e o que elas comiam. “A Idade Média é um período bastante injustiçado da História e, infelizmente, cercado de preconceito e imagens equivocadas da época. No campo alimentar e também médico há riquezas de saberes acerca da dietética e tratamentos de saúde envolvendo alimentos e preparo de pratos. Existe uma ampla variedade de invenções culinárias que afastam o período daquela imagem negativa, de fome, miséria e pouca diversidade alimentar”, explica.

Renato dedicou muitos anos para estudar a temática e possui uma vasta gama de fontes que utilizou como embasamento em sua pesquisa, títulos que obteve durante viagens, pesquisas realizadas em museus, livros adquiridos em sebos, entre outros. O estudioso da história da alimentação na Idade Média relata que comer durante esse período era muito mais que uma necessidade biológica, matar a fome. “Mostrarei mitos e verdades sobre a alimentação da época por meio de fontes produzidas no período medieval, manuais de medicina, livros de receitas, análise de ossadas humanas, manuais de comportamento à mesa e também artefatos utilizados na cozinha régia. A alimentação neste período envolvia critérios de gosto e sabor, padrões culturais, tradições e fatores políticos, saúde, economia e de regionalismo”.

Serviço

O workshop terá a duração de aproximadamente 1h30, acontecerá na Casa das Águas, será aberto ao público e após a fala do pesquisador haverá um tempo para a plateia tirar dúvidas e conversar sobre a temática. Renato dará dicas para que os participantes possam recriar em suas casas receitas tradicionais da culinária medieval. Mais informações sobre o evento pelo e-mail agendamento@aphc.com.br.

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