Grupo de trabalho da IN 51 deve ser definido

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Na próxima segunda-feira, 7, uma reunião entre representantes do setor lácteo e o Ministério da Agricultura deverá decidir o grupo de trabalho designado para avaliar os gargalos para aplicação de regras mais rígidas para a Instrução Normativa 51. O encontro ocorre quatro meses depois de o governo prorrogar, pela segunda vez, a vigência dos novos parâmetros para a qualidade do leite e determinar a criação do grupo.

A normativa esteve entre os temas debatidos no Workshop NFT  (Nutrition for Tomorrow Alliance) realizado na tarde desta quarta-feira, 2, na Feira Internacional da Cadeia Produtiva do Leite (Feileite 2011), que acontece no Centro de Exposições Imigrantes, em São Paulo. O encerramento do ciclo de palestras reuniu especialistas e lideranças para debater os rumos e gargalos do setor lácteo.

A IN 51 exigiria a redução em 87% da contagem total de bactérias e em 50% da contagem de células somáticas presentes em cada mililitro de leite. Com isso, o limite de contagem bacteriana total (CBT), que atualmente é de 750 mil Unidades Formadoras de Colônia (UFC) por mililitro, baixaria para 100 mil UFC/ml com relação à contagem de células somáticas (CCS), o teto passaria de 750 mil células/ml para 400 mil/ml.

Conforme Jorge Rubez, presidente da Associação Brasileira dos Produtores de Leite (Leite Brasil), está em discussão a redução do número de unidades formadoras de colônias para 700 mil UFC, número próximo do praticado pelos EUA. “O mundo inteiro não produz desta forma”, argumenta o dirigente.

 

 

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