Moinhos Holandeses – Conheça as suas peculiaridades

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A identidade holandesa é baseada em muitos elementos, mas três símbolos são muito representativos para os batavos: as tulipas, os tamancos e os moinhos, no entanto, os moinhos de vento não são uma invenção dos holandeses, há referências destes artefatos no século V na região conhecida hoje como Irã, mas também aparece simultaneamente na região do Afeganistão e eram usados na fabricação de farinha e também para bombear água. Na Holanda a importância era drenar a água das terras baixas de volta para os rios além dos diques, para que a terra pudesse ser cultivada. Hoje existem mais de 1.000 moinhos de vento em todo o território holandês, com funções das mais distintas possíveis, alguns abrigam museus, residências e também servem como atrativos turísticos, além é claro, de operarem suas funções originais na drenagem e moagem. Cada moinho holandês leva um nome e tem um objetivo, vamos conhecer alguns deles?

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Bovenkruier
Significa que a parte de cima do moinho, a ‘cabeça’ com as pás, pode ser posicionada na direção do vento. Esta manobra é feita na parte exterior do moinho.

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Watermolen – Moinho com Roda D’água
Este moinho é encontrado somente em lugares onde há fluxo natural de águas, como riachos, córregos etc. Geralmente usado para moer grãos, mas também para fabricar papel, azeite ou funcionar como serraria.

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Wipmolen – Moinho “gangorra”
Este tipo de moinho foi desenvolvido a partir do moinho poste. Uma forte coluna oca suporta a casa do moinho. A maioria destes moinhos são moinhos de pôlder ou de drenagem. Com vento forte o moinho balança, daí “gangorra”.

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Spinnekop – Moinho Aranha
Este moinho é um tipo menor do moinho “gangorra” e moinho de pôlder.

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Torenmolens – Moinho Torre
O modelo do moinho cilíndrico de tijolos foi provavelmente introduzido pelas cruzadas que encontraram este tipo de moinho na região do Mediterrâneo. Só existem quatro na Holanda; o mais velho data de 1450.

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Binnenkruier hexagonal ou octogonal
O mecanismo para direcionar a ‘cabeça’ do moinho na direção do vento se encontra no interior do moinho.

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Standerdmolen – Moinho Poste
Este moinho já era usado em 1200 para moer grãos. A casa retangular do moinho se apóia sobre um tipo de poste ou coluna de madeira. Para colocar o moinho na direção do vento, o moinho inteiro pode ser girado em torno desta coluna.

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Paltrok
O paltrok é usado exclusivamente como serraria, sempre localizado à beira da água, porque as toras de madeira eram transportadas pela água. Quando estes moinhos eram construídos encontravam-se na Holanda refugiados menonitas da região do Palz (Alemanha). Os mantos típicos (Palz-rock) destas pessoas eram muito parecidos com o modelo do moinho; assim “palz-rock” tornou-se “ paltrok”.

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Grondzeiler
As pás do moinho quase tocam no chão facilitando o trabalho do moleiro para, por exemplo, colocar as lonas nas pás para captar mais vento.

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Bovenkruier redondo
Moinho construído de tijolos, redondo ou octogonal.

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Bovenkruier
Significa que a parte de cima do moinho, a ‘cabeça’ com as pás, pode ser posicionada na direção do vento. Esta manobra é feita na parte exterior do moinho.

Todos estes moinhos fazem parte de nossa coleção de mini-moinhos e podem ser apreciados em sua visita pelos nossas alas museais no espaço temático Casa das Águas.

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