Parque Histórico se prepara para Semana Nacional de Museus

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Núcleo Educativo desenvolve atividade especial para receber grupos escolares durante evento museal.

Museus hiperconectados: novas abordagens, novos públicos – esta foi a temática escolhida pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) para a 16ª Semana Nacional de Museus, que acontecerá entre os dias 14 e 20 de maio, com o intuito de celebrar o Dia Nacional de Museus (18 de maio). O Parque Histórico de Carambeí, neste período, se unirá a instituições museais brasileiras e realizará atividades especiais voltadas para o evento.

O coordenador cultural e historiador do Parque, Felipe Pedroso, afirma que é valoroso para a instituição participar deste evento. “A Semana Nacional de Museus é importantíssima para o setor, mais uma vez o Parque Histórico integra junto com museus do Brasil todo as atividades coordenadas pelo Ibram”.

A temática que norteia o evento neste ano vai além dos recursos tecnológicos, explica Felipe. “Museus hiperconectados: novas abordagens, novos públicos, expande para outras maneiras de se conectar com o público. No caso do Parque Histórico com o tema podemos mostrar a aproximação do museu à comunidade local e o seu entorno”.

Para essa edição da Semana de Museus o Parque Histórico está com uma programação diferenciada preparada pelo Núcleo Educativo da instituição. As ações são voltadas ao público escolar, será realizada visita guiada pelo museu e Oficina de Fotografia e Narrativa – A História que eu quero contar. A atividade desenvolvida para o evento, foi definida com base na temática escolhida pelo Ibram, utiliza da tecnologia da fotografia e problematiza.

A oficina é uma ação educativa que consiste em uma passeio pelo Parque Histórico acompanhado das fotos do acervo do museu que contribuíram para a montagem da Vila Histórica. Em seguida os alunos terão uma aula final de fotografia, onde será feito o convite para que eles tirem fotos de casas, pessoas e objetos pessoais que acharem importante registrar como parte de sua história.

“Esta ação busca problematizar a história e a fotografia, conscientizar os estudantes de sua condição de sujeitos históricos e produtores de memória quando utilizam a fotografia. A finalidade é problematizar a imagem como uma produção de memória, o que registrou, quem registrou e porque a foto conta mais do que aparenta”, explica Lucas Kugler historiador do Núcleo Educativo da instituição.

Mais informações pelo e-mail agendamento@aphc.com.br.

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